O MERCADO

Crescimento do setor tem três vertentes de ação

“Todo o potencial das ferrovias brasileiras depende de três questões: a prorrogação das concessões, medida que traria resultados a curto prazo, porque injetaria investimentos da iniciativa privada de R$ 25 bilhões até 2023; a expansão da malha e a segurança jurídica, com melhores práticas regulatórias”, explica o gerente Técnico da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), Ticiano Bragatto, após palestrar para os presentes na Estação do Conhecimento, espaço exclusivo para as palestras que acontecem durante a NT Expo.

Segundo ele, para 2018, o governo federal deve licitar, já no segundo semestre, o trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) entre Ilhéus (BA) e Caetité (BA). Também pendente de licitação, mas sem previsão ainda, está a Ferrogrão, entre Mato Grosso e Pará, com investimento estimado em R$ 12 bilhões.

Presente à palestra de Bragatto, o diretor-presidente da Associação Nacional dos Transportes Ferroviários (ANTF), Fernando Paes, confirmou que 2018 deve ser uma ano mais auspicioso para o setor. “Fiquei feliz de constatar que a NT Expo cresceu em relação ao ano passado, é um bom sinal. A tendência é que 2018 seja um ano muito focado em ferrovias, com a prorrogação das concessões e as novas licitações, em especial, a Fiol que está com o projeto avançado. Acredito que, já na próxima edição da NT Expo, encontraremos um cenário concretamente diferente, com investimentos na malha e novos atores figurando no setor ferroviário”.

Fonte: Conteúdo Empresarial

 

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