O MERCADO

Ampliação do metrô de Recife

Técnicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), empresa responsável pela administração do Metrô do Recife, foram autorizados a iniciar os estudos para realizar um projeto de ampliação da malha viária da capital pernambucana, nesta segunda-feira (15). A ideia é que a linha do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que hoje liga a estação Cajueiro Seco, em Jaboatão, ao Cabo de Santo Agostinho, siga até o Porto de Suape, em Ipojuca.

Os estudos de viabilidade foram autorizados pelo ministro das Cidades, Bruno Araújo, que veio ao Recife para avaliar a proposta. Segundo o gestor, a obra deve custar entre R$ 200 milhões e R$ 300 milhões. "Vamos encontrar um modelo que permita o andamento desse projeto e aponte um orçamento preciso para que a gente possa analisar, num segundo momento, a viabilidade, tempo e cronograma", afirmou.

O ministro apontou ainda que não foi dado nenhum prazo para a finalização do projeto. De acordo com a CBTU, se as obras forem viabilizadas, o Metrô do Recife vai ganhar 11 quilômetros de trilhos. Hoje são 39,5 quilômetros. O superintendente da companhia no Recife, Leonardo Villar, ressaltou que o projeto vai beneficiar os 18 mil operários que trabalham em Suape.

"Houve uma diminuição [no número de trabalhadores] por causa da crise econômica, mas lá está contido o nosso principal polo de desenvolvimento e onde devem ser gerados novos empregos. Então, esse ramal é muito importante porque democratiza o acesso a essas vagas de trabalho. E isso são só os empregos diretos. Com os indiretos, esse número sobe para 20, 25 mil", informou.

Além dos 11 quilômetros que devem ser construídos, o projeto prevê também a duplicação da atual linha de VLT que vai do Cajueiro Seco ao Cabo, cuja extensão é de 18 quilômetros. "Ele toma a partir de Cidade Garapu e segue no leito que já existe, passa na PE-28, onde nós teremos uma estação, e adentra até Massangana", explicou o superintendente.

A CBTU anunciou também o investimento de R$ 62 milhões em melhorias para a Linha Centro do metrô. Os recursos foram obtidos por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e, segundo a empresa, já estão sendo aplicados.

Fonte: G1

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